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segunda-feira, 30 de abril de 2012

BRIC

Olá a todos! Aqui vai um dica importante para o conhecimento individual e para quem faz concursos ficar ligado nessas questões, sempre caí algo sobre este assunto nas provas, principalmente, no tocante a política Externa e Atualidades. Fiquem espertos deem uma lida nessa matéria do Senado. Por sinal, foi muito últil para mim. Conheçam as outras matéria e "entenda do assunto" e fique por dentro do assunto aqui comigo. Abraços!!




BRIC

Grupo é formado por cinco países emergentes
Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul são os cinco países emergentes que atualmente formam o grupo denominado BRICS. O grupo foi chamado primeiramente BRIC, a partir de um estudo do economista Jim O’Neil, do banco de investimentos Goldman Sachs, e sua criação ocorreu devido à necessidade de estudar as economias desses países, cuja perspectiva é a de superarem, juntas, até 2050, as economias dos seis países mais ricos do mundo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália), ou Grupo dos 6 (G6).
O grupo foi formado, inicialmente, por Brasil, Rússia, Índia e China – os quatro maiores países emergentes do mundo, cujas iniciais resultaram na sigla BRIC–, e passou a contar formalmente com a participação da África do Sul no dia 14 de abril de 2011, classificado como o 12º maior país emergente do mundo. Com a adesão da África do Sul, o grupo passou a ser denominado BRICS (sendo a letra S referente à South Africa).
O relatório intitulado Building Better Global Economic Brics, elaborado pelo Goldman Sachs, mapeou as economias dos países que primeiramente compuseram o BRIC até 2050, a partir de projeções demográficas e modelos de acumulação de capital e crescimento de produtividade. Com base nesses estudos, avaliou a possibilidade de as economias desses países superarem as do G6.
De acordo com o estudo, o grupo poderá ter 42% da população mundial e um Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 85 trilhões (14,6%), bem como 12,8% do valor de comércio e 50% de contribuição à economia global. Embora os cinco países não constituam um bloco político nem uma aliança de comércio formal ou militar, têm negociado vários tratados de comércio e cooperação com vistas a aumentar seu crescimento econômico.
O estudo sobre os BRICS destaca ainda que cada um dos países enfrenta desafios diferentes para manter seu crescimento econômico. Devido a tais fatores, a previsão de superarem as economias dos países mais ricos pode não se concretizar. Porém, já exercem grande influência, conforme o Goldman Sachs, fato que ficou evidente na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) realizada em 2005.
Naquele encontro, países em desenvolvimento liderados pelo Brasil e pela Índia juntaram-se a países subdesenvolvidos e impuseram a retirada de subsídios governamentais da União Europeia e dos Estados Unidos, além de conseguirem a redução das tarifas de importação.
No dia 16 de junho de 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com os demais líderes do então BRIC em Yekaterinburgo, Rússia. No encontro, os chefes de Estado decidiram cooperar de forma mais intensiva para enfrentar a crise financeira internacional e impulsionar a recuperação da economia mundial.
No terceiro encontro dos BRICS, realizado em abril de 2011, em Sanya, na China, que contou com a participação da presidente Dilma Rousseff, os representantes dos cinco países pediram mudanças no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), com vistas a aumentar sua representatividade na instituição, bem como no Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial.
Economias
Rússia, Índia e China são superpotências militares, ao contrário do Brasil, que não entrou na corrida armamentista. Por outro lado, o Brasil é um país exportador de produtos agropecuários, como soja, carne bovina e cana-de-açúcar, além de produzir combustíveis renováveis, entre os quais álcool e biodiesel. Fornece ainda matérias-primas essenciais aos países em desenvolvimento, como petróleo, aço e alumínio, e tem reservas naturais de água, fauna e flora.
A Rússia é importante fornecedora de hidrocarbonetos e também teria, segundo o estudo do Goldman Sachs, papel importante na exportação de mão de obra altamente qualificada e tecnologia de ponta. Já a Índia tem a maior média de crescimento entre os BRICS, devendo ficar atrás somente da China, e investe na profissionalização de sua população, com tradição nas ciências exatas. O estudo prevê que a China será a maior economia mundial em 2050, tendo como base seu acelerado crescimento econômico, com grande desenvolvimento nos setores de indústria e tecnologia.
Haveria, portanto, uma divisão de funções entre os BRICS, cabendo ao Brasil e a Rússia o papel de produtores de alimentos e de petróleo, além de fornecedores de matérias primas. A Índia e a China seriam os maiores responsáveis pelo fornecimento de serviços e manufatura, devido a sua concentração de mão de obra e tecnologia, respectivamente.
A África do Sul representa a maior economia do continente africano. Com oferta abundante de recursos naturais, particularmente na área da mineração, tem bom desenvolvimento nos setores financeiro, jurídico, de comunicações, energia e transportes, além de uma bolsa de valores classificada entre as vinte melhores do mundo. Abaixo, quadro com principais dados dos BRICS, com informações do FMI e da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex):
<><><><>&lt;&gt;&lt;&gt;
BRICS
Brasil
Rússia
Índia
China
África do Sul
PIB nominal 2010 (US$)
2,023 trilhões
1,476 trilhões
1,430 trilhões
5,745 trilhões
354,414 bilhões
Renda per capita (US$)
10.427
18.945
3.248
6.675
10.600
População
190,7 milhões
141,9 milhões
1,21 bilhão
1,3 bilhão
49,9 milhões
Principais parceiros comerciais
China, EUA, Argentina, Países Baixos e Alemanha
China, Alemanha e EUA
EUA, Emirados Árabes, China, Reino Unido e Alemanha
União Europeia, EUA e Japão
EUA, Japão, China, Reino Unido e Alemanha
Principais produtos exportados
minério de ferro, ferro fundido, aço, óleos brutos de petróleo, soja e derivados, automóveis, açúcar de cana, aviões, carne bovina, café e carne de frango
combustíveis, óleo, ferro, aço, madeira, carvão, níquel, alumínio e máquinas
mercadorias têxteis, pedras preciosas e joias, bens de engenharia, produtos químicos e manufaturas de couro
máquinas, aparelhos, material elétrico, vestuário e acessórios, ferro e aço
produtos de mineração, como ouro, platina, diamantes, carvão e minério de ferro

Helena Daltro Pontual/Agência Senado




Boa leitura a todos!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Aborto ou não...




Viver não é uma tarefa fácil. De forma nenhuma é uma tarefa fácil para ninguém. Todos têm que lutar para poder viver. A vida não se resume em ter apenas alegria ou tristezas, ou ambas. A vida é e sempre vai ser a busca para compreender, aprender e entender ou buscar entender sobre o mundo que vivemos, sobre os mundos que já passou, e sobre as pessoas e tudo e todas as coisas que estão ao nosso redor.

    Uma semente quando plantada, para poder nascer ela primeiro precisa morrer. Uma semente morre para poder ganhar vida, e nasce para viver e vive para morrer. O mesmo acontece com a gente. Quando somos germinados no útero de nossas mães. A meu ver, a gestação é uma incerteza, mas é um processo, o feto nesse período vai se formando e sendo formado. Tudo pode acontecer no período de gestação de uma criança. A mãe tem uma responsabilidade grande neste período, como o pai também. Quando nascemos, não temos noção do que somos nós, em que lugar nós estamos, o que temos que fazer e para onde temos que ir ou deixar de ir. Quando nascemos à única coisa de imediato que ativa é o nosso instinto de sobrevivência que nos permite e nos faz querer viver. O instinto pela sobrevivência. O instinto pela vida e de permanecer vivo. No meu ver, a vida é uma incerteza. Ao nascermos não sabemos e nem conhecemos nada, é partir de vivo que começamos a aprender e a conhecer o que está ao nosso redor, com o passar do tempo. Quando falo que a vida é uma incerteza, tenho em mente que, em qualquer momento, hora ou circunstancia somos possibilitados a morte. Podemos morrer de causas naturais, acidentes e/ou fatalidades provocadas ou não por nós mesmo ou outrem. No momento em que somos gerados e propensos a ser uma forma de vida humana estamos sujeito a morrer, seja uma forma de vida considerada normal ou “especial”. Todos nós somos sugestivos a morrer a qualquer momento a partir do momento que a vida é iniciada. Como poder privar alguém de viver, se somos todos iguais? Um tema complicado e complexo que não pode ser deixado de lado e levado de forma simplória. Vejo, que assim como uma semente que vive e morre algum dia, também somos nós. Não lutamos nós desde o ventre de nossas mães? Não lutamos para viver e sobreviver no mundo a partir que somos direcionados a vida? Sabemos que a morte vem para todos, e que tudo tem um fim. Matar alguém, tirar a vida de alguém e tirar o direito de alguém negando a liberdade e a possibilidade de viver mesmo que o ser não possa compreender ou não venha a compreender nada, ela não tem o direito à vida? Umas das grandes questões sobre esse assunto complexos é saber onde começa a vida, onde se inicia a vida e o que pode definir o início da vida? O tema aborto não é um tema de hoje, historicamente é possível ver em varias sociedades diferentes em momentos históricos distintos. Um tema que carrega um arcabouço enorme de debates, ideologias e teorias. Filósofos, teólogos, cientistas, religiosos, estudiosos participaram e participam desse debate importantíssimo, e a sociedade tem que participar e está em conhecimento desse debate, pois ela nos é direta e indiretamente ligada a todos e vai gerar influências significantes em nossas vidas.

   Abortar ou não abortar é um tema, como falei, complexo e controverso, mas que tem que ser debatido com muito cuidado e devem-se ser ouvidos todos os segmentos sejam religiosos, filosófico, históricos, cientifico e politico, pois através de um debate conciso podemos chegar a uma solução. O Estado deve criar um debate amplo e respeitando o pluralismo politico, de pensamento e de liberdade de expressão. Não sou a favor do aborto, mas devemos olhar com cuidado o debate gerado e verificar o que a lei fala e o que o debate tem levado. No meu entendimento a caso e casos, que deve ser analisado com muito cuidado todos os aspectos a que venha ocorrer. A mãe, ela é responsável pela vida que está sendo gerada dentro do seu útero, por isso a meu ver, ter um filho é uma responsabilidade muito grande, e nem é preciso explicar essa responsabilidade, pois ela se explica por si só. Sou a favor da vida, mas devemos sempre analisar os casos específicos. Entendo que no momento que duas pessoas querem ter filho eles são responsáveis pela vida que estão gerando, pela vida do novo ser. Contudo o debate sobre o aborte que acontece em nosso país é no caso do feto ser encéfalo e no caso de estupros, no qual a mulher deva ser aparada e possa ter o direito de escolher se continua a gravidez ou não. Tema muito delicado, pois envolve vários fatores para a mulher, vai do psicológico ao risco de vida. O que não pode acontecer é as pessoas abortarem de forma desregrada e que esses tipos de pessoas não sejam responsabilizados por tal atitude. Se o aborto vai ser por lei autorizada ou não, o que devemos entender é que somos responsáveis pela vida que está por vir, pela vida que alguém carrega. Acredito que a sociedade deva participar e buscar conhecer o debate que está acontecendo. Esse é um tema e um momento de grande importância histórica que está acontecendo no Brasil que leva aí com sigo grande numero de grupos, instituições, pensamentos e ideias contra e a favor. O debate não se leva em conta apenas as questões biológicas e cientificas, mas também filosóficas, histórias e religiosas, constitucional, penal e legislativa. Não sou grande conhecedor das leis e nem das questões cientificas, no entanto, vejo a importância de estarmos atentos a esse debate e buscar conhecer o que isso vai gerar na sociedade Brasileira. O tema e extenso e controverso, mas entendo como brasileiro e participante da sociedade que é importante, mesmo que não entenda muito do assunto, está ciente do debate e colocar aqui minhas impressões e o que penso sobre o tema que é muito complicado. Questões e indagações ainda me instigam e me levam a refletir, como: Onde começa a vida? O que pode ser entendido por alguém ser considerado morto? A existência de um ser começa quando? E entre outros que busco conhecimento e revelação em meus preceitos, conceitos e convicções.

terça-feira, 10 de abril de 2012




    A realidade tem que ser mudada, e é começando pelas pessoas que buscam um futuro mais justo e igualitário que a mudança no Presente tem que ser feita. Lutemos então pelo que acreditamos sem falsa demagogia, mas de forma limpa e racional e que nossas vozes se tornem uma única voz em favor de um bem maior. Busquemos a mudança e mudemos juntos para melhor!! Que o Brasil possa se tornar o que de fato deveria ser. Educação! Saúde!Segurança! São necessidades básicas para que o cidadão possa viver, digo, sobreviver. Que as autoridades possam visualizar e possam criar ou tentar olhar para os seus brasileiros que lutam a cada dia em busca de melhoria, e tentam buscar esperança onde já não mais acreditam. Mudança! Reformas! É para Hoje! Não para amanhã! A busca pela Honestidade!! A busca pelo Comprometimento com a sociedade, com a nação! A busca pelo  político que não vive da política, mas que vive para a Política, e que não esqueçam que eles não trabalham para eles próprios, mas para o Povo. Pois vivemos numa Democracia e deveria ser assim, uma nação que participa e tem sua vontade expressa em seus governantes.  Que a Macha seja a busca pela primícia do que é trabalhar em favor da Democracia. Que possamos despertar nas pessoas  a realidade política e que todos assim possam viver uma Democracia verdadeira. Lutemos pelo que é certo e que a nossa Voz possa ser ouvida e que possamos mudar a realidade, pois o poder de mudar está em nossas mãos!

 

                                                                                                    Alisson F.Barros.




Desenho do meu amigo Jakes Lano de Caldas. Ilustração sobre a realidade do país, o que o governantes estão fazendo. Só que eles não podem esquecer da força da Massa. A História é prova disso! Mas parece que eles não conhecem o passado. Agora é a fez da nossa Geração! Chegou a hora de fazer História!!!